Danças Circulares da Amazônia na ACADEBio

  

Imagens da Oficina “Danças Circulares da Amazônia”, realizada na ACADEBio – Floresta Nacional de Ipanema/Iperó-SP, em 25/11/2010. Um registro de Marcos Jomber/Dj Markinhos.

Com  focalização de Patrícia Ferraz e Maria Esperança,  esta oficina dá  início  a uma promissora parceria Mana-Maní/ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade,  a  tecer  pontes entre natureza e cultura – CorpoAlma de  um  processo único chamado VIDA.

Do Céu da Floresta Nacional de Ipanema -  um santuário ecológico  onde está situada a ACADEBio Academia Nacional da Biodiversidade do ICMBio,  após  a realização da  oficina Danças Circulares da Amazônia,  um privilegiado espetáculo da natureza se fez: um  lindo arco-íris (ou seriam dois?!?) ligando céu e terra,  e um pássaro a cruzar o infinito – uma poética e sincrônica  mensagem  de  inteireza e liberdade,  sugerindo  conexões e caminhos de  desenvolvimento através da preservação-celebração da diversidade.  Um registro  fotográfico de Maria Esperança Alves.

Danças Circulares da Amazônia e Sustentabilidade

A CorpOralidade Brincante e PoÉtica da Amazônia como tecnologia de EducAção para a Sustentabilidade

(por Maria Esperança Alves e Déa Melo) 

À convite do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade/ICMBio, uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, Mana-Maní compartilha a tecnologia “Danças Circulares da Amazônia” com os gestores das Unidades de Conservação da Biodiversidade Brasileira, reunidos em treinamento – Curso de Gestão Participativa, que acontece no período de 18 a 26/novembro/2010, na Academia Nacional de Biodiversidade do Instituto Chico Mendes/ACADEBio, localizada na Flona Floresta Nacional de Ipanema/Iperó-SP.

A abordagem e tecnologia Danças Circulares da Amazônia, desenvolvida por arte-educadoras da Ong paraense Mana-Maní, em parceria com Mestres de Cultura, a partir de 2002, integra as danças tradicionais das culturas populares da Amazônia com recursos contemporâneos e emergentes de educação, comunicação e terapia, numa abordagem transdisciplinar, tendo aplicação nas diversas áreas e com um público abrangente.

Desenvolvida de forma pioneira em vários espaços comunitários, como praças, barracões e escolas do Pará – no interior e na capital, e gerando uma sensível e ampla repercussão junto aos públicos participantes, a tecnologia tem inspirado outras ações que reconhecem, valorizam e geram visibilidade à cultura popular e seus respectivos protagonistas: é o caso da Campanha Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro/Santarém-Novo, que nasce em Dez/2005 dentro do FestRimbó, evento em que Mana-Maní inspirou e focalizou as 04 primeiras edições do Encontro de Mestres do Carimbó; e Iniciativa Maria Pretinha/Quatipuru, que surge a partir de uma oficina de Danças da Amazônia, em outubro/2005.

Em 2010, esta iniciativa é selecionada pelo concurso-edital Pontos de Cultura, numa parceria MinC/Secult-PA, focalizando e ampliando a formação de multiplicadores por um período de 03 anos. Sessenta aluno/as, originários da área metropolitana de Belém, e alguns municípios do estado do Pará, como Floresta do Araguaia, Curionópolis, Tomé-Açu e Castanhal, integram a I turma do Curso Livre Danças Circulares da Amazônia – em processo de desenvolvimento, com o terceiro módulo acontecendo ainda este ano, nos dias 03 a 05 de Dezembro, em Belém – Instituto de Artes do Pará.

No contexto do Curso Gestão Participativa, da ACADEBio, as focalizadoras  Maria Esperança Alves e Patrícia Ferraz terão 04hs no dia 25/novembro,  para apresentar-compartilhar   esta proposta-tecnologia  junto  aos gestores das Áreas de Proteção Ambiental do Brasil,  revelando as danças tradicionais  amazônidas, bem como,  as brasileiras de uma forma geral,   como um  privilegiado  instrumento   lúdico  e  poético    de  educação e comunicação  para  a  sustentabilidade  em  comunidades tradicionais brasileiras;  estimulando atitudes locais e cotidianas, conscientes e comprometidas com a promoção e preservação da diversidade  biocultural  na  Amazônia e no Planeta.

Muito além da espetacularização,  esta abordagem transdisciplinar  focaliza a “CorpOralidade  Brincante  e PoÉtica” das  tradições culturais amazônidas como diferentes linguagens simbólicas  de  Valores, Saberes e Fazeres  que  preservam  a  Vida-Natureza,  dentro e fora de nós… qualidades absolutamente  universais e necessárias  para uma vida sustentável num  mundo que  hoje passa por uma crise paradigmática  de valores que afetam desde o pessoal até o planetário. Projetos e ações que contemplam tão somente a dimensão social como caminho para a sustentabilidade não estão mais surtindo os efeitos desejados. Chegamos ao Século XXI com a urgente necessidade de estimular as múltiplas inteligências humanas e convidá-las a encontrar caminhos e atitudes criativas para a insustentabilidade da vida que se impõe e se agrava a  cada dia. E Mana-Maní tem contribuído efetivamente na construção de um novo paradigma que avança do social para o cultural.

A Amazônia, mais especificamente o Pará, tem sido território propício para o lançamento de fecundas sementes, capazes de enraizar esse novo paradigma. Em 2009, no contexto do Fórum Social Mundial, em Belém/PA, construímos um Termo de Referência de  Cultura  que   coloca a cultura, as linguagens humanas,  as artes no seu devido lugar – o da reflexão,  o da ação  e da transformação que queremos e precisamos.  Não mais a cultura apenas como diversão ou entretenimento.

Em Julho de 2010, colaboramos na realização do I Forum Mundial de Cultura e Educação, durante o VII Congresso Mundial de Arteducação da IDEA (Assoc Internacional de Drama Teatro/Educação), que  coloca em prática essa abordagem inserindo mestres populares na universidade, trocando saberes com os mestres da academia. E neste Novembro de 2010,  no V Forum Social Pan-Amazônico,  que acontece em Santarém de 25 a 29, abraçamos as linguagens artísticas, como metodologia que deve permear todas as discussões incluindo por exemplo cantos, danças, histórias e tradições culturais, que afinal revelam com eloqüência, que são essas expressões que ainda resistem vivas é que mantêm  de fato a Amazônia como o último recanto da maior biodiversidade planetária.

Toques da Amazônia

Lundum, Retumbão, Carimbó, Samba-de-Cacete, Brincadeira dos Pretinhos, Caroço, Cacuriá, Coco, Baião de Princesas…

Inspirada na corporalidade brincante dos nossos artistas populares, que reúne organicamente o canto, a dança, os toques, a emoção, a poesia, o lúdico, a espiritualidade, a cidadania… na sua expressão criativa, esta proposta visa complementar a formação dos alunos-dançantes do Curso Livre “Danças Circulares da Amazônia” – Ano 2010, ofertado pela Ong Mana-Maní/Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia; e iniciar outras pessoas potencialmente interessadas a integrarem as próximas edições do curso.

Com a focalização do ArtEducador e Percussionista Arythanan, e coordenação da Focalizadora de Danças Circulares Maria Esperança, a oficina “Toques da Amazônia” será desenvolvida em 07 encontros, aos sábados – 09h00 às 12h00, de 14/Agosto a 25/Setembro, no Espaço Mana-Maní MARAMBAIA: Rua Algodoal, 135 – Cj. Médice II.

Saiba mais…

O QUE – Oficina de Iniciação Percussiva “Toques da Amazônia”

FOCALIZADOR – Arythanan/Gerson Figueiredo

QUANDO – 14, 21 e 28/Agosto/2010; 04, 11, 18 e 25/Setembro/2010; de 09h00 às 1200

LOCAL – MANA-MANÍ MARAMBAIA: Rua Algodoal, 135 – Cj. Médice II – Marambaia – Belém/PA

QUANTO – R$50,00 (ciclo de 04 sábados); R$15,00 (aulas avulsas)

 O QUE LEVAR – instrumentos percussivos (se tiver);  água p/consumo pessoal; algum alimento pronto para lanche comunitário.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES  – Maria Esperança  – 8134.3426 / 3231.5995 / maria-esperanzza@manamani.org.br    

Do Carimbó ao Samba…

 

Dançando a Amazônia de Corpo e Alma 

Mariquinha, Matilde, Sereia,

Sebastião caiu n’água, Borboleta da Asa Amarela,

Feitiço Caboclo/Chá de Tamaquaré, Festa no Açaízal, Salve Mestre Verequete,

Farinhada, Jardineira,

Roda, Retumbão, Peru,  

Cabeça de Bagre,  Meu Canaviá, Rosa minha flor, Manjerona…

E mais dança até dizer chega!!!

Aconteceu em 26 e 27 de junho/2010, na sala de danças do IAP Instituto de Artes do Pará, o   2º módulo do  Curso Livre Danças Circulares da Amazônia, uma ação do Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia/Oscip Mana-Maní. 

O foco deste encontro foram   seis   expressões culturais  do nordeste paraense:

- Marujada de São Benedito, de Quatipuru;

- Marujada de São Benedito, de Primavera;

- Marujada de São Benedito, de Bragança;

- Carimbó de São Benedito, de Santarém-Novo;

- Brincadeira dos Pretinhos, de Santarém-Novo;

- Samba-de-Cacete, de comunidades quilombolas do Baixo-Tocantins, municípios de  Oeiras, Baião e Cametá.

Com a focalização da ArtEducadora Maria Esperança, este módulo contou com a participação especial de vários convidados – Mestres e Brincantes das manifestações acima citadas, que partilharam com a turma seus saberes e fazeres culturais em Danças, Toques e Cantorias da Amazônia. Um privilegiado encontro de rara beleza e encantamento!

Viagem Dançante pela Diversidade Cultural Brasileira

Curso Livre Danças Circulares da Amazônia - Mód.I - Belém, 29 e 30/Maio/2010

 Aconteceu em 29 e 30 de maio, no Instituto de Artes do Pará – Belém, Amazônia, o primeiro módulo do Curso Livre Danças Circulares da Amazônia com a focalização da Arte-Educadora, Dançarina e Produtora Cultural Patrícia Ferraz.

A turma dançante que inaugura o Projeto-Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia,  composta de 50 pessoas das  80 selecionadas,  representa um mosaico de diversidade – geracional, geográfica, étnica, religiosa, formação, atuação… em busca da unidade em valores éticos-humanos, tendo como fonte as artes e culturas amazônida-brasileiras.

Num  tempo-espaço pó-ético, lúdico, estético e colaborativo,  facilitado por Patrícia, este primeiro módulo proporcionou re-descobertas e re-encontros  com  matrizes corporais, musicais e percussivas de culturas brasileiras da Amazônia maranhense, em conexão com gêneros do  Pará, Nordeste e Sudeste como carimbó, ciranda, côco, jongo e samba-de-roda.

Uma experiência de afirmação e ampliação de nossa identidade brasileira; de revelação de potencialidades  arte-educativas, integradoras e arte-curativas das danças populares…

Um caminho e aposta de que é possível ReEnCantar o Nosso Mundo – pessoal, social e planetário.

Cunvidado em Quatipuru

 

Cunvidado com Raio de Sol e Dona Onete - Quatipuru, 23/Maio/2010

Curso de Danças Circulares da Amazônia: ampliação e confirmação da lista de novos dançantes-aprendizes

No próximo final de semana, 29 e 30 de Maio, será realizado o primeiro módulo do Curso Livre Danças Circulares da Amazônia, em Belém/PA,  para uma turma de 80 novos dançantes-aprendizes, originários de municípios das Regiões Sudeste, Nordeste e Área Metropolitana de Belém/PA,  e com diferentes áreas de formação e experiência profissional. 

O curso – uma  ação do Ponto de Cultura “Danças Circulares da Amazônia”, da Oscip Mana-Maní, apoiada pela parceria MinC-Secult/PA -, foi  programado inicialmente com uma oferta de 30 vagas; com a grande e qualitativa demanda,  são disponibilizadas mais  50  vagas, com as devidas adaptações à metodologia do programa.

Santana do Araguaia, Curionópolis, Tomé-Açu, Igarapé-Açu, Bragança, Castanhal, Belém, Ananindeua, Benevides… estarão  representados no programa com profissionais das mais diversas áreas de formação e atuação,  bem ao clima transdisciplinar da abordagem e metodologia das Danças Circulares: Ciência+ Arte+ Tradição + Espiritualidade.  De formação  acadêmica, diversos profissionais de Terapia Ocupacional, Serviço Social, Psicologia, Arte-Educação, Educação Física,  Pedagogia e Ciências da Religião;  de formação baseada na tradição e experiência, lideranças comunitárias, educadores populares, brincantes e agentes culturais. Todos vinculados a instituições, projetos  e ações sociais. 

A expectativa da coordenação e focalizadores do curso, ampliando a oferta de vagas,  é tornar esta tecnologia  sociocultural acessível a um maior nr. de profissionais  na  Amazônia,  ao tempo em que a diversidade de experiências e lugares de  origem e atuação  dos candidatos  propiciem trocas e complementaridade no saber-fazer-ser-conviver de cada um. Além de um  repertório de danças e culturas  do programa,  abre-se espaço para as partilhas espontâneas dos candidatos-dançantes.

Neste primeiro módulo,  “Do Carimbó ao Samba… Dançando a Alma Brasileira”, a focalização é de Patrícia Ferraz, Arte-Educadora com formação em Dança  e Produção Cultural pela Universidade Anhembi-Morumbi/SP; Dançarina, Musicista, Pesquisadora e Produtora Cultural de diversos projetos com foco no ensino e registro da cultura popular brasileira.

Patrícia participou do Projeto “Turista Aprendiz”, do Grupo “A Barca”/SP,  que, de  dez/2004 a fev/2005,  percorreu mais de 10.000 km por 09 estados  brasileiros -  do Pará/Santarém-Novo, a São Paulo. Cerca de 30 comunidades ou cidades foram visitadas, desde quilombos e aldeias indígenas até periferias das grandes capitais, passando por pequenas cidades ribeirinhas, litorâneas e sertanejas.  Numa parceria do Ponto de Cultura Danças Circulares da Amazônia e o Grupo A Barca, alguns registros em áudio e imagens do projeto “Turista Aprendiz” serão disponibilizados para compor o material pedagógico do curso.

Neste módulo, pede-se aos  dançantes-aprendizes, que tiverem e quiserem, trazer seus instrumentos percussivos – maracas, pandeiros, ganzás, caixas, curimbós, onças, matracas… pois além de dançar,  e cantar, teremos oportunidade de vivenciar e aprender alguns Toques  musicais de nossas diversas danças brasileiras. Uma bela introdução ao nosso Curso de Danças da Amazônia, revelando e celebrando as conexões do Carimbó, do Tambor-de-Crioula, do Boi-Bumbá, e outros  tantos ritmos daqui com a Ciranda, com o Jongo, com o Samba-de-Roda… uma afirmação, e ao mesmo tempo, uma ampliação de nossa identidade amazônida-brasileira.

Integram a lista de  candidatos  confirmados à participação no  Curso Danças Circulares da Amazônia:

BELÉM – ANANINDEUA – BENEVIDES

  1. Adriana Brijha Gibson
  2. Adriana Di Paula Leopoldino Saavedra
  3. Amanda Pinheiro Alves
  4.  Ana Carolina Farias Franco
  5.  Ana Wilza Soares Lemos
  6.  Ana Paula Silva dos Santos
  7. Anderson Luiz Rodrigues Jorge
  8. Andréa de Barros Mendes
  9. Andréia Carla Nunes Monteiro de Morisson Faria
  10. Arlena Sarmento de Freitas
  11. Arquelino Xavier dos Santos
  12. José Carlos dos Santos Gonçalves
  13. Christiany Letícia Maciel Bol
  14. Clareana Oliveira Rodrigues
  15. Cristiane Helena Silva de Oliveira
  16. Damiana Santos Cabral
  17. Danusa Eny Falcão Batista
  18. Ediane Moura Jorge
  19. Edilena da Silva e Sousa
  20. Eduardo dos Santos Soares
  21. Elizabeth Monteiro Martins
  22. Érica de Nazaré Marçal Elmescany
  23. Flaviana Aparecida de Moraes Araújo
  24. Iolane Socorro Nobre de Oliveira
  25. Isis Cristina Monteiro Mendes
  26. Jaqueline Gaia de Lima
  27. Jerônimo Iless Moraes Vieira
  28. Josianne de Almeida Dias
  29. Judite Torres Guimarães
  30. Kátia Cilene Nina Santos
  31. Lenicy de Fátima Pina Ferreira
  32. Lidiane Palheta Miranda
  33. Maisa Paula Muniz Cabral Freire
  34. Márcia Andrea Carvalho dos Santos
  35. Maria de Fatima Mauro
  36. Maria de Fátima Teixeira
  37. Maria de Nazaré Santos Saldanha
  38. Maria do Perpetuo Socorro Vulcão Neves 
  39. Maria do Rosário Duarte Silva
  40. Maria do Socorro Gonçalves Ferreira
  41. Maria do Socorro Lima Furtado
  42. Maria Elizabete Coelho das Neves
  43. Maria Jovina Oliveira da Silva
  44. Maria Lúcia dos Santos Rodrigues
  45. Maria Severa de Vasconcelos Alcântara
  46. Maricilda Nazaré Raposo de Barros
  47. Marta Regina Silva Ferreira
  48. Mary Patrícia Guimarães da Silva
  49. Mayra Faro
  50. Miguel Furtado da Silva
  51. Monike Christina Taborda
  52. Nádia Franco Ernesto Nascimento
  53. Patrícia do Socorro de Araújo dos Santos
  54. Ricardo Augusto Lemos Brito 
  55. Rosa Helena Bibas
  56. Rosilene Marques
  57. Rossicléia Martins Sena
  58. Rossilan Martins da Rocha
  59. Sandra Elizabeth Pozzebon
  60. Silvia Helena Carvalho Viana
  61. Soraia do Socorro Luz Pinheiro
  62. Tássila Crystiane Freitas Albuquerque
  63. Vanessa do Socorro Serra Furtado
  64. Yandra Carine Galuppo

 BRAGANÇA

 65. Glauco Cleber Batista Pinheiro

 CASTANHAL

 66. Hélio Conceição dos Santos Teixeira

67. Raquel de Magalhães Borges

68. Renata Pascoti Zuzzi

69. Suelen Ferreira Lameira

 CAXIAS/MA

 70. Elaine Luciana de Melo Celho

 CURIONÓPOLIS

 71. Ana Lice Lima da Silva

72. Aurilene Ferreira da Silva

73. Jéssica Bezerra de Sousa

 FLORESTA DO ARAGUAIA

 74. Railany Vieira de Souza

75. Taísia da Cunha Furtado

 IGARAPÉ-AÇU

 76. Ariluze Lira Lima

 TOMÉ-AÇU

 77. Cilene Letícia Neves Colombi

78. Edilson Santos dos Santos

79. Maria do Socorro Mendes Pereira

80. Siney de Miranda Tembé

 



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